Palavras e imagens da terra sem males : representações sobre o mito de origem Guarani Nhandewa

Resumo: A pesquisa iniciou-se com um pedido do grupo Guarani Nhandewa, da Terra Indígena Ywy Porã, município de Santa Amélia (PR), para a realização de ações que valorizassem a cultura tradicional daquela comunidade Junto a eles organizamos a publicação Índios na visão dos índios – TIYwy Porã – Povo...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Souza, Sheilla Patrícia Dias de
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Londrina (UEL)
Repositorio:Repositório Institucional da UEL
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.uel.br:123456789/12096
Acceso en línea:https://repositorio.uel.br/handle/123456789/12096
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Semiótica
Índios
Cultura
Índios Guarani Nhandewa
História
Semiotics
Culture
History
Indigenous anthropology
Language
Children
Indians
Guarani Indians Nhandewa
Descripción
Sumario:Resumo: A pesquisa iniciou-se com um pedido do grupo Guarani Nhandewa, da Terra Indígena Ywy Porã, município de Santa Amélia (PR), para a realização de ações que valorizassem a cultura tradicional daquela comunidade Junto a eles organizamos a publicação Índios na visão dos índios – TIYwy Porã – Povo Guarani Nhandewa, a partir das imagens e depoimentos registrados Observou-se então a relevância do mito sobre a Terra sem males para o grupo e assim, a segunda parte das investigações, deu-se por meio de uma abordagem intersemiótica, a partir dos estudos greimasianos, na análise de um corpus de desenhos e narrativas relacionadas à “Terra sem males” Os desenhos foram realizados por crianças Guarani Nhandewa e crianças não-indígenas residentes em Maringá (PR) Recorremos a estudos que envolvem distintas áreas do conhecimento, como estudos da linguagem, antropologia, comunicação e artes para investigar como se dá a construção do sentido nos desenhos e nas narrativas Desta forma o trabalho associa: o levantamento das isotopias, por meio dos campos lexicais ou corredores de significação, conforme as abordagens de Loredana Límoli e de Izidoro Blikstein, às análises das mensagens plásticas e icônicas em correspondência com as relações de semi-simbolismo entre os planos de expressão e conteúdo, segundo estudos de Antonio Vicente Pietroforte