Mapeando práticas discursivas sobre gênero em contexto da terapia familiar e de casal a partir da análise de documentos e publicações das revistas Nova Perspectiva Sistêmica e Pensando Famílias
A crítica a um tipo de ciência psicológica dissociada de um saber/fazer ético e político tem instigado estudos e debates na psicologia. A abertura da psicologia socioconstrucionista para o diálogo com as teorias feministas e de gênero tem produzido ressonâncias tanto na forma de conceber determinado...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_GOAIS (TEDE-PUC Goiás) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ambar:tede/5102 |
| Acesso em linha: | http://tede2.pucgoias.edu.br:8080/handle/tede/5102 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Terapia familiar Gênero Construcionismo social Family therapy Gender Social constructionism Ciências Humanas Psicologia |
| Resumo: | A crítica a um tipo de ciência psicológica dissociada de um saber/fazer ético e político tem instigado estudos e debates na psicologia. A abertura da psicologia socioconstrucionista para o diálogo com as teorias feministas e de gênero tem produzido ressonâncias tanto na forma de conceber determinados problemas sociais como também na forma de atuação dos profissionais. Desse modo, a pesquisa que ora apresentamos busca analisar as práticas discursivas sobre gênero (re)produzidas em contexto da terapia familiar e de casal no Brasil a partir da realização de uma pesquisa exploratória-descritiva. O método de estudo documental propôs analisar as narrativas de gênero contidas em três fontes de dados independentes: nos conteúdos programáticos dos cursos de formação e especialização em terapia familiar vinculados à Associação Brasileira de Terapia Familiar (ABRATEF), e nas produções científicas das revistas Nova Perspectiva Sistêmica e Pensando Famílias, expoentes no Brasil. Percebemos ausência de referências de estudos de gênero, perspectiva feminista e interseccional nos cursos de formação em TF. Em relação as publicações, observamos que o conceito de gênero é pouco explorado considerando a sua potencialidade analítica e política. E quando acontece, as aproximações com a perspectiva construcionista e os estudos de gênero contribuem para discussões e reflexões críticas. Todavia, nossos resultados apontaram que carecem inclusão de uma lente interseccional e trabalhos com articulações teóricas e práticas da TF |
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