Slash fiction como mecanismo tradutório: o caso Sherlock/Watson
Esse trabalho visa analisar o fenômeno da slash fiction enquanto mecanismo tradutório. A slash é um subgênero da fanfiction que se caracteriza como um texto escrito por fãs de uma obra literária preexistente. No caso das slashs, sua principal característica consiste na adição de relações homoerótica...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Uniabeu Centro Universitário (UNIABEU) |
| Repositório: | E-scrita |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.abeu.local:article/1637 |
| Acesso em linha: | https://revista.uniabeu.edu.br/index.php/RE/article/view/1637 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Literatura e Cultura; Tradução Slash fiction; Suplemento; Sherlock/Watson Slash fiction; Literatura; Tradução |
| Resumo: | Esse trabalho visa analisar o fenômeno da slash fiction enquanto mecanismo tradutório. A slash é um subgênero da fanfiction que se caracteriza como um texto escrito por fãs de uma obra literária preexistente. No caso das slashs, sua principal característica consiste na adição de relações homoeróticas e homoafetivas. Além da apresentação das características da fanfiction e, especialmente, da slash fiction, o foco dessa pesquisa está em analisar o jogo criado entre os contos do escritor Arthur Conan Doyle e três slash fictions escritas por diferentes autores e disponíveis na internet: Absurd Simply, The Beginning e A Marrying Man sob a ótica da tradução pensando-a enquanto suplemento. O referencial teórico conta com os autores Maria Lúcia Bandeira Vargas (2007), Walter Benjamin (2011), Jaques Derrida (2006) e Linda Hutcheon (2000) |
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