Sherlock/Watson: Slash Fiction como tradução queer

O presente trabalho toma como objeto alguns dos inúmeros contos e romances escritos por Arthur Conan Doyle entre o fim do século XIX e o início do século XX que tem como protagonistas os personagens Sherlock Holmes e John Watson ‒ a saber: o conto O Solteirão Nobre, o romance O Signo dos Quatro, e a...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Bastos, Juliana Dias
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal da Bahia (UFBA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFBA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufba.br:ri/28840
Acceso en línea:http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/28840
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Letras
Sherlock/Watson
Tradução
Masculinidade
Fan Fiction
Slash Fiction
Descripción
Sumario:O presente trabalho toma como objeto alguns dos inúmeros contos e romances escritos por Arthur Conan Doyle entre o fim do século XIX e o início do século XX que tem como protagonistas os personagens Sherlock Holmes e John Watson ‒ a saber: o conto O Solteirão Nobre, o romance O Signo dos Quatro, e a coletânea de contos O Regresso de Sherlock Holmes‒ em comparação com três slash fictions contemporâneas: Absurdly Simple, A Marrying Man e The Beginning/The Problem, escritas, respectivamente, por Irene Adler, Kristophine e Cynthia Coe. A slash fiction se caracteriza como um desdobramento do gênero fanfiction, em cuja produção leitores e fãs da obra de determinado autor apropriam-se de elementos do texto de partida, criando uma nova trama a partir deles. Pensando as slashs como “traduções queer”, discuto as características da obra de partida e da tradução refletindo sobre a forma como a masculinidade é construída nesses textos. Para tal tarefa, foram importantes autores como Jacques Derrida, Michel Foucault, Elizabeth Badinter, Judith Butler.