Raciocínio geográfico, Base Nacional Comum Curricular e docência
O presente artigo busca problematizar o raciocínio geográfico a partir do lugar que este conceito ocupa na consolidação das atuais políticas de educação. Ao se distanciar dos debates relacionados às teorias geográficas, a argumentação se baseou em analisar o contexto histórico e a conjuntura polític...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Colégio Pedro II |
| Repositorio: | Revista Encontros |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.cp2.g12.br:article/3828 |
| Acesso em linha: | https://portalespiral.cp2.g12.br/index.php/GIRAMUNDO/article/view/3828 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Raciocínio Geográfico Políticas Educacionais Geografia Escolar |
| Resumo: | O presente artigo busca problematizar o raciocínio geográfico a partir do lugar que este conceito ocupa na consolidação das atuais políticas de educação. Ao se distanciar dos debates relacionados às teorias geográficas, a argumentação se baseou em analisar o contexto histórico e a conjuntura política de produção das atuais políticas, os discursos envolvidos nesses processos e as relações entre o raciocínio geográfico, Base Nacional Comum Curricular e docência. Esse exercício teve por objetivo buscar compreender o contexto da emergência do conceito como central na proposta de Geografia no texto do currículo nacional. O que está em questão, neste texto, é o lugar que o raciocínio geográfico ocupa no projeto de sociedade ao qual se vinculam as atuais propostas de políticas educacionais. Tal exercício analítico revelou que não apenas a emergência do raciocínio geográfico como uma novidade curricular, mas a sua capilaridade nos meios acadêmicos tem desdobramentos que incidem sobre a conformação e identidade docente, e da formação do professor e da professora de Geografia. |
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