Singularidade e formação (Bildung) em Schopenhauer como educador de Nietzsche
A partir do escrito Schopenhauer como educador, buscar-se-á explicitar a dimensão modelar de Schopenhauer, tanto para a constituição do ideal de filósofo e pensador que Nietzsche cria para si, quanto para a edificação da sua teoria da formação (Bildung). Isso será dado, num primeiro momento, pela ap...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Educação e Pesquisa |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/28191 |
| Acesso em linha: | https://www.revistas.usp.br/ep/article/view/28191 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Singularidade Formação (Bildung) Schopenhauer Nietzsche Singularity Formation (Bildung) |
| Resumo: | A partir do escrito Schopenhauer como educador, buscar-se-á explicitar a dimensão modelar de Schopenhauer, tanto para a constituição do ideal de filósofo e pensador que Nietzsche cria para si, quanto para a edificação da sua teoria da formação (Bildung). Isso será dado, num primeiro momento, pela apresentação do pendor crítico do pensamento schopenhaueriano e da sua insubmissão às tendências filosóficas e culturais do seu tempo; num segundo momento, pela elucidação da especificidade da teoria nietzschiana do autoconhecimento e da sua concepção da singularidade, com o que se revelará sua teoria do fundamento metafísico da natureza, que o leva a conceber o filósofo, o artista e o santo como os tipos singulares por excelência nos quais a natureza justifica os seus esforços e supera a mera necessidade. Essas tipologias revelam as tarefas que a educação deve, ao juízo de Nietzsche, perseguir se não quiser se tornar mero abstracionismo ou mera aderência acrítica ao mundo: jamais condescender aos modismos culturais; não separar pensamento e vida com o que se diz, também, que teoria e prática não estão separadas; incorporar a singularidade como aquilo que a educação promove; e, por fim, eleger a autossuperação como a tarefa mais imperiosa para a constituição do humano no seu sentido mais pleno. |
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