Migração forçada: uma análise da rearticulação das relações sociais de mulheres congolesas na cidade do Rio de Janeiro a partir da categoria solicitante de refúgio
A migração forçada é um fenômeno que influencia as dinâmicas sociais dos indivíduos. O nosso interesse foi, a partir dos documentos internacionais e nacionais que categorizam e rotulam os indivíduos que se deslocam forçadamente em âmbito internacional, delimitar a experiência de mulheres congolesas...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.bdtd.uerj.br:1/17233 |
| Acceso en línea: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/17233 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Social Network Social Relations Labeling Refugee Applicants Categorização Redes sociais Relações sociais Rotulação Solicitantes de refúgio Migração forçada CIENCIAS HUMANAS |
| Sumario: | A migração forçada é um fenômeno que influencia as dinâmicas sociais dos indivíduos. O nosso interesse foi, a partir dos documentos internacionais e nacionais que categorizam e rotulam os indivíduos que se deslocam forçadamente em âmbito internacional, delimitar a experiência de mulheres congolesas na cidade do Rio de Janeiro. Através da categorização burocrática como solicitante de refúgio e da categorização social por organização da sociedade civil observamos a rearticulação das relações sociais de congolesas atendidas pela Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro (CARJ). Concluímos que, a partir do rearranjo familiar resultante da rotulação burocrática internacional como refugiadas, somadas a categorização burocrática como solicitantes de refúgio, as congolesas tiveram a CARJ como espaço de agência para formação de redes sociais, rearticulando suas identidades étnicas e desenvolvendo relações sociais por meio de clivagens sociais como gênero. As redes sociais foram formadas como resultado das necessidades estruturais (mercado de trabalho) e relações individuais (família e cultura). |
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