Fadiga do paciente com câncer : conhecimentos dos enfermeiros
A fadiga é um sintoma subjetivo e multifatorial, encontrado em pessoas sadias e em pessoas doentes. A prevalência da fadiga em paciente com câncer fica em torno de 87%. E suas causas podem estar relacionadas ao tratamento ou à própria doença. Cabe, pois, ao enfermeiro papel relevante na sua prevençã...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2006 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/8230 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/8230 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Enfermagem oncológica Fadiga : Oncologia Neoplasias Nursing Oncologic nursing Fatigue Neoplasms Knowledge Enfermería Enfermería oncológica Fatiga Neoplasías Conocimiento |
| Sumario: | A fadiga é um sintoma subjetivo e multifatorial, encontrado em pessoas sadias e em pessoas doentes. A prevalência da fadiga em paciente com câncer fica em torno de 87%. E suas causas podem estar relacionadas ao tratamento ou à própria doença. Cabe, pois, ao enfermeiro papel relevante na sua prevenção e no seu diagnóstico e tratamento, tanto farmacológico quanto não farmacológico. Este estudo tem por objetivo identificar o conhecimento dos enfermeiros sobre a fadiga do paciente com câncer, relacionando-o às experiências pessoais e à formação e experiência profissional. Este é um estudo de prevalência de caráter observacional, transversal, com abordagem quantitativa. Seus integrantes foram enfermeiros que trabalham em Unidades de Quimioterapia, Radioterapia, Internação Clínica e Cirúrgica, totalizando 78 participantes. Os achados do estudo indicam que os enfermeiros confundem os sintomas com o significado e a abrangência da fadiga e que as definições tenderam a se limitar aos sintomas. Verificou-se que os enfermeiros reconhecem alguns sinais, sintomas, fatores relacionados, têm noção do que é a fadiga, mas não apresentam maior profundidade de conhecimento. Não se encontrou significância estatística entre a experiência pessoal do enfermeiro com a fadiga do paciente com câncer e seus conhecimentos acerca da fadiga. Foram comparadas as categorias de formação e as questões de conhecimento sobre fadiga e não foi encontrada significância entre os grupos. A autora aponta para a necessidade de cursos de capacitação na área, visto que sinais e sintomas, dimensões, manejo e tipos de tratamentos não são conhecidos em sua totalidade pelos profissionais. |
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