A fadiga relacionada ao câncer como temática na enfermagem oncológica

Este estudo objetiva buscar como a produção científica de Enfermagem Oncológica tem abordado a fadiga, associando-a com as características definidoras apontadas pela NANDA; e identificar as intervenções de Enfermagem que têm sido realizadas para sua prevenção e/ou tratamento nessas publicações, asso...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Menezes, Maria de Fátima Batalha de, Camargo, Teresa Caldas
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista Latino-Americana de Enfermagem (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/2316
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rlae/article/view/2316
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:fadiga
enfermagem oncológica
diagnóstico de enfermagem
enfermagem
fatiga
enfermería oncológica
diagnóstico de enfermería
enfermería
fatigue
oncologic nursing
nursing diagnosis
nursing
Descripción
Sumario:Este estudo objetiva buscar como a produção científica de Enfermagem Oncológica tem abordado a fadiga, associando-a com as características definidoras apontadas pela NANDA; e identificar as intervenções de Enfermagem que têm sido realizadas para sua prevenção e/ou tratamento nessas publicações, associando-as às intervenções citadas pela NIC. Trata-se de uma reflexão acerca da temática "fadiga" na área de Enfermagem Oncológica. Utilizou-se a revisão bibliográfica narrativa como método. As bases LILACS e MEDLINE foram utilizadas para acesso aos dados. Verificou-se que ocorrem similaridades entre as características definidoras do diagnóstico "fadiga" da NANDA e a descrição de fadiga nos artigos pesquisados. Devido à carência de validação da Taxonomia Diagnóstica da NANDA em cenários de cuidado oncológico, mostram-se necessários estudos articulando as características validadas e as evidenciadas. As estratégias de intervenção na fadiga podem ser educativas e farmacológicas ou não, porém há necessidade de pesquisa para se desenvolver uma prática clínica baseada em evidências.