Os projetos de etnodesenvolvimento no quilombo Campinho da Independência -‐ Paraty/RJ
Neste trabalho, realizei um estudo sobre alguns empreendimentos comunitários no quilombo Campinho da Independência, localizada em Paraty região da Costa Verde/RJ, que são resultado de projetos com perspectivas de etnodesenvolvimento. Vislumbrando os instrumentos jurídicos aprovados a partir da Const...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRRJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/21098 |
| Acceso en línea: | https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/21098 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Sociologia quilombo etnodesenvolvimento identidade ethnodevelopment identity |
| Sumario: | Neste trabalho, realizei um estudo sobre alguns empreendimentos comunitários no quilombo Campinho da Independência, localizada em Paraty região da Costa Verde/RJ, que são resultado de projetos com perspectivas de etnodesenvolvimento. Vislumbrando os instrumentos jurídicos aprovados a partir da Constituição Federal de 1988 e o Programa Brasil Quilombola - dentre outras iniciativas que asseguram o direito ao território e a assistência social - problematizei, a partir de um estudo do processo de reconhecimento do grupo étnico, as inovações produtivas e as estratégias de permanência e praticas coletivas de domínio no território. Para tanto, realizei uma pesquisa de campo inspirada na etnografia “Terra de pretos, terra de mulheres”, elaborada pela antropóloga Neusa Gusmão. O cenário que hoje o Quilombo do Campinho vive é diferente do descrito no livro. O Campinho como bairro rural e distante das atividades turísticas, descrito no livro, não existe mais. Pretendo neste trabalho pontuar, portanto, as mudanças e inovações iniciadas com o processo de reconhecimento. Ambiguamente algumas vão servir como instrumentos normativos e de adequação da produção do Campinho ao mega-projeto de desenvolvimento turístico iniciado em Paraty na década de 70. |
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