Implicações da política de ressarcimento de fretes dos combustíveis na atividade agrícola
O artigo analisa a influência da política energética na agricultura. Inicialmente, discute o motivo do ressarcimento do transporte de combustíveis das regiões produtoras para as consumidoras, em vigor desde 1969, e calcula o valor do reembolso em 1988, estimado em US$ 1,120 bilhões. Em seguida, util...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1989 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da IPEA (RCIpea) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/14792 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/14792 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Culturas Energéticas Frete Combustíveis Política energética Agricultura Ressarcimento de fretes |
| Resumo: | O artigo analisa a influência da política energética na agricultura. Inicialmente, discute o motivo do ressarcimento do transporte de combustíveis das regiões produtoras para as consumidoras, em vigor desde 1969, e calcula o valor do reembolso em 1988, estimado em US$ 1,120 bilhões. Em seguida, utilizando a Teoria da Localização, identifica a região Centro-Oeste e seus produtores de soja e milho como os mais beneficiados, permitindo-lhes expandir suas áreas de cultivo a distâncias cada vez maiores dos centros consumidores. Também demonstra que os ressarcimentos dificultam a organização do mercado de lenha para fins energéticos e desestimulam a produção de álcool carburante em regiões sem tradição nessa agroindústria. Conclui-se que o Brasil deve cessar o ressarcimento de fretes para evitar o desestímulo à produção de álcool e o consumo excessivo de óleo diesel. |
|---|