Por uma educação não transfóbica : reconhecimento e produção de verdades trans na educação.
Os relatos de pessoas transsobre educação têm exposto insuficiências da formação docente que precisam ser problematizadas. No presente artigo analisamos como o discurso transfóbico impede ou dificulta extremamente a produção de inteligibilidade de formas de existência para além da cisheteronormativi...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFOP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufop.br:123456789/14799 |
| Acceso en línea: | http://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/14799 https://doi.org/10.31639/rbpfp.v12i24.339 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Formação docente Pessoas trans Transfobia Reconhecimento |
| Sumario: | Os relatos de pessoas transsobre educação têm exposto insuficiências da formação docente que precisam ser problematizadas. No presente artigo analisamos como o discurso transfóbico impede ou dificulta extremamente a produção de inteligibilidade de formas de existência para além da cisheteronormatividade. Nossos diálogos teóricos foram realizados a partir de Judith Butler e Michel Foucault, bem como autoras trans que analisam o contexto escolar. Estas, com suas experiências, mobilizam e desenham transformações de regimes de verdade bem como podem contribuir no combate do discurso transfóbico. Por fim, destacamos um desafio posto à formação docente: aprender a deixar em aberto nossas definições sobre as sexualidades, abrindo-se às autodefinições de pessoas trans. Desse modo, nos propomos ao exercício de aprender comautoras trans sobre uma educação não transfóbica, de aprender comosuas experiências podem produzir posições críticas no contexto da formação docente. |
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