Apendicite aguda: aspectos gerais acerca da abordagem diagnóstica e cirúrgica / Acute appendicitis: general aspects about the diagnostic and surgical approach

A apendicite aguda (AA) é definida como a inflamação do apêndice vermiforme, órgão que exerce a função imunoprotetora. Quanto à etiologia, a causa envolvida na gênese da doença, é a obstrução do lúmen do apêndice por fecalitos, corpos estranhos, hiperplasia linfóide, parasitas ou tumores. Sua identi...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Perri, Laura Maria de Moura, Nunes, Ana Laura Horta, de Oliveira, Beatriz Martinelli, Alkmim, Elisa Maia, Villela, Gabriela Martins, Alves, Isadora Martins Naves, Almeida, Maria Paula Vargas, Beduin, Paula Lassi, Khouri, Renato Fava Naaman, dos Santos, Vitor Cardoso
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz)
Repositorio:Revista Veras
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/47585
Acceso en línea:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/47585
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:apendicite aguda
apendicectomia laparoscópica
cirurgia
tratamento
sinal de Blumberg.
Descripción
Sumario:A apendicite aguda (AA) é definida como a inflamação do apêndice vermiforme, órgão que exerce a função imunoprotetora. Quanto à etiologia, a causa envolvida na gênese da doença, é a obstrução do lúmen do apêndice por fecalitos, corpos estranhos, hiperplasia linfóide, parasitas ou tumores. Sua identificação depende de uma anamnese minuciosa, um exame físico bem detalhado e exames complementares. No que tange ao diagnóstico clínico, existem sinais semiológicos com grande acurácia para identificação da patologia, dos quais podemos mencionar os principais, como o Sinal de Blumberg e o Sinal de Rovsing. Para auxílio diagnóstico, lança-se mão da investigação laboratorial (concentração de proteína C reativa, o hemograma e a urina tipo I), e da investigação imagiológica, com a ultrassonografia, tomografia computadorizada e a ressonância nuclear magnética. Já a abordagem terapêutica, apresenta-se conservadora e cirúrgica, na qual a cirúrgica é dividida em apendicectomia por laparotomia, por laparoscopia (padrão multi-incisão), cirurgia endoscópica transluminal de orifício natural e a cirurgia laparoscópica de incisão única. A abordagem cirúrgica por videolaparoscopia é, atualmente, a mais indicada para o tratamento da AA, devido às suas vantagens quanto menor tempo de recuperação, redução das infecções do sítio cirúrgico e dor no pós-operatório. Apesar da abordagem videolaparoscópica promover um melhor prognóstico, as complicações ainda são presentes, principalmente em casos de AA complicada, sendo que as mais comuns são representadas por aderências pós-cirúrgicas e abscesso da parede abdominal.