Apendicite aguda: aspectos gerais acerca da abordagem diagnóstica e cirúrgica / Acute appendicitis: general aspects about the diagnostic and surgical approach
A apendicite aguda (AA) é definida como a inflamação do apêndice vermiforme, órgão que exerce a função imunoprotetora. Quanto à etiologia, a causa envolvida na gênese da doença, é a obstrução do lúmen do apêndice por fecalitos, corpos estranhos, hiperplasia linfóide, parasitas ou tumores. Sua identi...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/47585 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/47585 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | apendicite aguda apendicectomia laparoscópica cirurgia tratamento sinal de Blumberg. |
| Sumario: | A apendicite aguda (AA) é definida como a inflamação do apêndice vermiforme, órgão que exerce a função imunoprotetora. Quanto à etiologia, a causa envolvida na gênese da doença, é a obstrução do lúmen do apêndice por fecalitos, corpos estranhos, hiperplasia linfóide, parasitas ou tumores. Sua identificação depende de uma anamnese minuciosa, um exame físico bem detalhado e exames complementares. No que tange ao diagnóstico clínico, existem sinais semiológicos com grande acurácia para identificação da patologia, dos quais podemos mencionar os principais, como o Sinal de Blumberg e o Sinal de Rovsing. Para auxílio diagnóstico, lança-se mão da investigação laboratorial (concentração de proteína C reativa, o hemograma e a urina tipo I), e da investigação imagiológica, com a ultrassonografia, tomografia computadorizada e a ressonância nuclear magnética. Já a abordagem terapêutica, apresenta-se conservadora e cirúrgica, na qual a cirúrgica é dividida em apendicectomia por laparotomia, por laparoscopia (padrão multi-incisão), cirurgia endoscópica transluminal de orifício natural e a cirurgia laparoscópica de incisão única. A abordagem cirúrgica por videolaparoscopia é, atualmente, a mais indicada para o tratamento da AA, devido às suas vantagens quanto menor tempo de recuperação, redução das infecções do sítio cirúrgico e dor no pós-operatório. Apesar da abordagem videolaparoscópica promover um melhor prognóstico, as complicações ainda são presentes, principalmente em casos de AA complicada, sendo que as mais comuns são representadas por aderências pós-cirúrgicas e abscesso da parede abdominal. |
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