A cobertura da Covid-19 no Rio de Janeiro: aspectos da rotina produtiva do Telejornalismo Local
O telejornal brasileiro passou por uma série de mudanças diante dos desafios da cobertura durante a pandemia Covid-19, com alteração das rotinas produtivas, demanda por novos papéis e competências profissionais e novas produções de sentido nas telas. Mudanças na anatomia do telejornal (Piccinin &...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2021 |
| País: | España |
| Recursos: | Universidad de Sevilla (US) |
| Repositório: | idUS. Depósito de Investigación de la Universidad de Sevilla |
| OAI Identifier: | oai:idus.us.es:11441/107664 |
| Acesso em linha: | https://hdl.handle.net/11441/107664 https://doi.org/10.12795/Ambitos.2021.i52.05 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Covid-19 Telejornalismo Rio de Janeiro Adaptação Novas rotinas Telejournalism Adaptation New routines |
| Resumo: | O telejornal brasileiro passou por uma série de mudanças diante dos desafios da cobertura durante a pandemia Covid-19, com alteração das rotinas produtivas, demanda por novos papéis e competências profissionais e novas produções de sentido nas telas. Mudanças na anatomia do telejornal (Piccinin & Soster, 2012) marcam fases, que também incluem a construção narrativa que vinha sendo feita sobre a própria pandemia em todos os momentos. O objetivo deste artigo é apresentar uma análise da cobertura da pandemia em 18 edições dos telejornais RJ1 e RJ2, veiculados no estado do Rio pela Rede Globo. A metodologia adotada foi a de estudo de caso (Yin, 2011), nos primeiros nove meses de cobertura da Covid-19, tendo como referencial teórico as fases do telejornal brasileiro detectadas por Silva (2018). Buscamos aqui identificar novas estratégias narrativas (Thomé & Reis, 2019a), observando características de fases anteriores que foram retomadas e/ou ressignificadas, e também como a pandemia alterou rotinas produtivas e gerou novas produções de sentido nas telas. Fontes de informação com microfone em mãos, imagens enviados por aplicativos, repórteres com máscaras em coberturas externas, imagens de arquivo ressignificadas e predomínio de contribuições de repórteres "ao vivo". As mudanças na anatomia do telejornal (Piccinin & Soster, 2012) passaram por fases, que incluem também a construção narrativa que se fazia sobre a pandemia em cada momento da cobertura televisiva analisada. |
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