Hábito y patología mental en Hegel

A relação entre a patologia mental (loucura) e o hábito ocupa um lugar sistemático na filosofia psiquiátrica de Hegel. O espírito, na antropologia, é ainda uma substância subjetiva, pois ainda não é um sujeito. Isto significa que as relações entre sensações, sentimentos, impulsos e desejos com o mun...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Ortigosa Peña, Andrés
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:España
Recursos:Universidad de Sevilla (US)
Repositorio:idUS. Depósito de Investigación de la Universidad de Sevilla
OAI Identifier:oai:idus.us.es:11441/173742
Acesso em linha:https://hdl.handle.net/11441/173742
https://doi.org//10.34024/prometeica.2025.32.19583
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Idealismo alemão
Habitus
Hábito
Loucura
Mecanismo
Psiquiatria
German idealism
Habit
Madness
Mechanism
Psychiatry
Descrição
Resumo:A relação entre a patologia mental (loucura) e o hábito ocupa um lugar sistemático na filosofia psiquiátrica de Hegel. O espírito, na antropologia, é ainda uma substância subjetiva, pois ainda não é um sujeito. Isto significa que as relações entre sensações, sentimentos, impulsos e desejos com o mundo estão depositadas no inconsciente, no sentido do eu. O mecanismo do sentido do eu é o hábito. Assim, habituarmo-nos às determinações do nosso estado pré-consciente é para Hegel o critério que nos permite não cair na loucura. Assim sendo, a patologia mental é um erro dos mecanismos do sentido do eu.