From consciousness to nothing
O que acontece quando a consciência falha em atingir seu nível pleno e supostamente “mais alto”? Quanta consciência é preciso ter para ser reconhecido como “consciente”? Poderíamos dizer que, se alguém não atende a um padrão claro de atividade consciente, não podemos considerá-lo um ser consciente?...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNISINOS (RBDU Repositório Digital da Biblioteca da Unisinos) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.repositorio.jesuita.org.br:UNISINOS/9798 |
| Acesso em linha: | http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/9798 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | ACCNPQ::Ciências Humanas::Filosofia Consciousness Consciência Mente Desordens da consciência Filosofia da mente Bioética Agency Disorders of consciousness Philosophy of mind Bioethics |
| Resumo: | O que acontece quando a consciência falha em atingir seu nível pleno e supostamente “mais alto”? Quanta consciência é preciso ter para ser reconhecido como “consciente”? Poderíamos dizer que, se alguém não atende a um padrão claro de atividade consciente, não podemos considerá-lo um ser consciente? O que é suficiente para afirmar que alguém é consciente e como abordar os chamados “distúrbios da consciência” sem ser injustos com as habilidades que sobraram? Este trabalho tem o objetivo de discutir os transtornos de consciência, usando tanto a filosofia da mente quanto o conhecimento prático, a fim de encontrar uma maneira de tratar e tratar com justiça os pacientes que ainda não cumpriram seu diagnóstico. Para tanto, este trabalho discutirá o que são distúrbios da consciência, como são diagnosticados hoje e quais são os principais problemas da prática clínica e da observação. Então, este trabalho tentará investigar se existem quaisquer marcadores externos que possam ser fortes marcadores da consciência - e a partir daí, tentar especular o que é a consciência e quais teorias estão sendo discutidas para tentar desvelar a própria consciência. As conclusões levarão este trabalho a discutir, por fim, o que podemos fazer com as informações de que dispomos. No capítulo final, tentará especular se existe alguma teoria matemática de tomada de decisão que possa nos levar a uma decisão final - a resposta será que esta não é a melhor maneira de tomar decisões sobre distúrbios de consciência, portanto, nós deve, então, encontrar uma forma de desenvolver teorias éticas que levem em consideração um cenário caso a caso, respeitando a história e os pontos de vista do paciente (ou família). |
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