Competitividade e mudança institucional na cadeia produtiva de plantas medicinais no Brasil
O Brasil possui uma das maiores reservas de biodiversidade do planeta, continua apresentando um baixo nível de competitividade revelada na cadeia produtiva de plantas medicinais e um dos motivos são os entraves burocráticos e institucionais do país. Com a aprovação da Política Nacional de Práticas I...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) |
| Repositorio: | Interações (Campo Grande. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.multitemasucdb.emnuvens.com.br:article/1102 |
| Acceso en línea: | https://interacoes.ucdb.br/interacoes/article/view/1102 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Plantas medicinais medicamentos fitoterápicos cadeias produtivas da biodiversidade. |
| Sumario: | O Brasil possui uma das maiores reservas de biodiversidade do planeta, continua apresentando um baixo nível de competitividade revelada na cadeia produtiva de plantas medicinais e um dos motivos são os entraves burocráticos e institucionais do país. Com a aprovação da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no SUS, a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF) e a criação da categoria de “Produtos Tradicionais Fitoterápicos” (RDC 26/2014 - ANVISA), espera-se a melhoriadas condições de competitividade sistêmica no setor. |
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