A gênese da propriedade capitalista da terra: da formação territorial do Mato Grosso do Sul à manutenção da grande propriedade / The genesis of capitalist land ownership: the territorial formation of Mato Grosso do Sul and the maintenance of large property / Génesis de la propiedad capitalista de la tierra: la formación territorial de Mato Grosso do Sul y el mantenimiento de la gran propiedad
O estado de Mato Grosso do Sul apresenta forte concentração fundiária, marcada pela violência decorrente do latifúndio, da expropriação de pequenos camponeses e do assassinato de indígenas. Este trabalho objetiva analisar a gênese da concentração de terras no estado de Mato Grosso do Sul, a partir d...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Revista NERA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revista.fct.unesp.br:article/9358 |
| Acceso en línea: | https://revista.fct.unesp.br/index.php/nera/article/view/9358 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Concentração Fundiária Política Fundiária Propriedade Privada |
| Sumario: | O estado de Mato Grosso do Sul apresenta forte concentração fundiária, marcada pela violência decorrente do latifúndio, da expropriação de pequenos camponeses e do assassinato de indígenas. Este trabalho objetiva analisar a gênese da concentração de terras no estado de Mato Grosso do Sul, a partir da compreensão e análise do processo de formação territorial marcado, sobretudo, por estratégias de apropriação de terras legitimadas pelo Estado, por meio de favorecimentos legislativos concedidos às elites fundiárias locais. Para tanto, realizou-se revisão bibliográfica a respeito da temática da Questão Agrária e da inserção das terras do Mato Grosso do Sul na lógica capitalista, a partir dos estudos de autores como: Martins (1981; 1994), Oliveira (1996; 2010), Moreno (2007), Queiroz (2008), Fabrini (2008), Almeida (2011), Nardoque (2015; 2018). Assim como dados do Banco de Dados da Luta pela Terra (DATALUTA) e representações cartográficas para demonstrar a concentração fundiária vigente no estado. |
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