Regionalismo na política externa do México no século XXI: os casos do TLCAN e da CELAC (2012-2023)
Esta dissertação empreende uma análise da política externa mexicana em suas estratégias regionalistas para as Américas a partir da renegociação do Tratado de Livre-Comércio da América do Norte (TLCAN) e da atuação do país na Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), verificando c...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/296204 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/11449/296204 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | México Regionalismo Política externa TLCAN T-MEC CELAC Mexico Regionalism Foreign policy NAFTA USMCA |
| Sumario: | Esta dissertação empreende uma análise da política externa mexicana em suas estratégias regionalistas para as Américas a partir da renegociação do Tratado de Livre-Comércio da América do Norte (TLCAN) e da atuação do país na Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), verificando como essas experiências refletem as tendências da política externa mexicana e suas tensões principais, entre dependência econômica e autonomia política, para suas estratégias regionais. O estudo parte do Neoinstitucionalismo Histórico, considerando a influência das conjunturas críticas e das dependências de trajetórias históricas e estruturais que se estabeleceram durante momentos de crise, que abrem margem para a adoção de normas e paradigmas duradouros. Utilizamos também a teoria do Regionalismo Líquido para analisar as dinâmicas de fragilidade institucional no continente americano, considerando a baixa institucionalidade da CELAC e a falta de consenso sobre sua efetividade e funções; e o modelo de integração econômica sem grandes compromissos institucionais do T-MEC, que foi elaborado para permitir ajustes conforme os interesses dos Estados Unidos. A pesquisa utilizou análise documental, dados comerciais e econômicos para examinar os impactos da renegociação do TLCAN e da presidência pro tempore do México na CELAC, avaliando prioridades do país em suas decisões de política externa, fatores limitantes de suas estratégias e interesses e outros que condicionam a autonomia do país dentro das dinâmicas regionais da América do Norte e da América Latina. Os resultados indicam que, apesar dos esforços mexicanos na CELAC para fortalecer a cooperação regional, a dependência econômica com os Estados Unidos, intensificada com o T-MEC, continua sendo um fator limitante de sua política externa, e que a diversificação de parcerias ainda encontra dificuldades, tanto na área econômica quanto na cooperação multinível. Verificamos que o regionalismo na América do Norte mantém o México em uma posição de alta interdependência comercial, mas com baixa integração política, enquanto o regionalismo latino-americano, apesar dos avanços institucionais recentes, e de ter sido ativamente buscado pelo país, permanece frágil e sujeito a oscilações conjunturais. |
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