A economia da Semana de Arte Moderna de 1922

Este artigo investiga a Semana de Arte Moderna de 1922 do ponto de vista da Economia da Arte. As definições formais de arte tendem a ser de dois tipos: funcionalistas e convencionalistas; com a definição convencionalista possuindo similaridades com o equilíbrio de Nash e seus múltiplos resultados. A...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Werlang, Sérgio Ribeiro da Costa
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Fundação Getulio Vargas (FGV)
Repositorio:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.fgv.br:10438/35146
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/10438/35146
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mercado de arte
Definição funcionalista
Definição convencionalista
Equilíbrio de Nash
Semana de Arte Moderna de 1922
Descripción
Sumario:Este artigo investiga a Semana de Arte Moderna de 1922 do ponto de vista da Economia da Arte. As definições formais de arte tendem a ser de dois tipos: funcionalistas e convencionalistas; com a definição convencionalista possuindo similaridades com o equilíbrio de Nash e seus múltiplos resultados. A Semana de 22 é coerente com a definição convencionalista, no sentido de que é possível ter interpretações distintas sobre seu valor artístico. E uma interpretação é que a Semana de 22 foi uma maneira de introduzir a visão modernista para a elite paulista – visão esta que já estava presente no Rio de Janeiro desde a primeira década do século XX.