Método, modelização e semiótica como ciência humana
O artigo empreende a revisão crítica do método semiótico-estrutural concebido para a análise dos sistemas da cultura do ponto de vista da complexidade de sua constituição. Parte da noção de texto como modelo e do processo de modelização como método de análise da estruturalidade. A hipó...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Estudos Semióticos |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/69536 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/esse/article/view/69536 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | structural model structural method complexity modeling modelo método estruturalidade complexidade modelização |
| Sumario: | O artigo empreende a revisão crítica do método semiótico-estrutural concebido para a análise dos sistemas da cultura do ponto de vista da complexidade de sua constituição. Parte da noção de texto como modelo e do processo de modelização como método de análise da estruturalidade. A hipótese central do estudo distingue entre método estrutural e modelo, considerando a descrição e a síntese cognitiva como processos fundamentais do estudo semiótico da cultura. Segundo o argumento de Uspiênski e Lótman, a ciência do século XX, ao se voltar para a descoberta do novo, deparou-se com o imperativo da linguagem, da expansão de seus sistemas de signos e dos processos de construção de sentido. Compete, então, à investigação científica, se engajar num movimento de ampliação da “consciência sobre a consciência” para considerar as transformações que constituem o espaço semiótico dos textos da cultura. Com isso, situa o lugar da semiótica na ciência humana. |
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