Sabiá: identificação, distribuição e utilidades.

Queremos apresentar este livro como um trabalho para mostrar a fenologia, avaliar a propagação, utilidades e locais de propagação do Sabia por meio de diferentes frações da planta. Vários experimentos foram realizados por outros pesquisadores com estacas sem folha, estaca com duas folhas, estaca com...

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Detalhes bibliográficos
Autores: SOUZA NETO, Simpliciano Eustaquilino de., SILVA, Valneide Rodrigues da.
Formato: livro
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Recursos:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositorio:Repositório Institucional da UCB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:localhost:riufcg/30001
Acesso em linha:http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/30001
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Botânica
Silvicultura
Sementes
Sabiá - Mimosa caesalpiniifolia
Mimosa caesalpiniifolia
Fitopatologia em sabiá
Botany
Forestry
Seeds
Thrush - Mimosa caesalpiniifolia
Phytopathology in Sabiá
Botánica
Semillas
Zorzal - Mimosa caesalpiniifolia
Fitopatología en Sabiá
Botanique
Sylviculture
Graines
Grive - Mimosa caesalpiniifolia
Phytopathologie à Sabiá
Botânica.
Descrição
Resumo:Queremos apresentar este livro como um trabalho para mostrar a fenologia, avaliar a propagação, utilidades e locais de propagação do Sabia por meio de diferentes frações da planta. Vários experimentos foram realizados por outros pesquisadores com estacas sem folha, estaca com duas folhas, estaca com três folhas e raízes com 20cm em vários Estados da Federação este ultimo inteiramente causalizado com três repetições, mensurando-se o numero de brotações, número de folíolos perdidos e % de mortalidade. A demanda energética proveniente de madeira de sabia e bastante expressiva na Região do semiárido, principalmente pelo setor ceramista na Paraíba. Por não ter tradição em plantios florestais em larga escala, a estimativa do Sindicato dos Ceramistas destas cidades em janeiro de 2008, e que vários industrias adquirem madeira para seus fomos, trans- portando-a principalmente, do sul do Estado da Bahia e outras regiões distantes aumentando expressivamente os custos de produção. Povoamentos florestais com especies de alto poder calorifico e uma alternativa viável para atender as necessidades energéticas de uma região. Na Bahia o plantio de especies florestais pode levar a um melhor aproveitamento de terras com baixa fertilidade, abandonadas ou degrada- das e de baixo valor econômico. Alem de diminuir a pressão sobre as florestas nativas remanescentes e reduzir os elevados custos de transporte, o reflorestamento constitui também fonte adicional da renda, principalmente dos pequenos produtores rurais. Apesar da infinidade de combinações que a biodiversidade tropical oferece, poucas são as praticas que contemplam o consorcio entre especies, principalmente com leguminosas arbóreas de alto valor econômico e multiplicidade de uso. As leguminosas possuem vasto sistema radicular e apresenta potencial para nodulação e fixação simbiótica de nitrogênio atmosférico, o que contribui para maior estabilidade de posteriores plantios. Segundo Santana et al. (1999), em solos onde a disponibilidade de nutrientes e baixa, o conhecimento sobre o potencial produtivo das diferentes especies e sítios pode definir o nível de sustentabilidade da produção florestal nesta região do semiárido.