Nuances das máscaras do sátiro: análises da sátira seiscentista
A presente dissertação de mestrado analisa as diversas máscaras emuladas pelas sátiras atribuídas a Gregório de Matos e Guerra, a partir de um olhar sobre condições para a existência da sátira desde seus antepassados clássicos. Começando com o riso dramatúrgico de Aristófanes, passando pelas sátiras...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.bdtd.uerj.br:1/6889 |
| Acceso en línea: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/6889 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Satire Rhetoric Poetic Sátira História e crítica Retórica antiga Poética Matos, Gregório de, 1633?-1696 Crítica e interpretação Gregório de Matos Sátira Retórica CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRA |
| Sumario: | A presente dissertação de mestrado analisa as diversas máscaras emuladas pelas sátiras atribuídas a Gregório de Matos e Guerra, a partir de um olhar sobre condições para a existência da sátira desde seus antepassados clássicos. Começando com o riso dramatúrgico de Aristófanes, passando pelas sátiras de Juvenal e Horácio e do pensamento aristotélico até os preceptistas do século XVII, este trabalho rememora os preceitos retóricos que se entrelaçam com a arte da imitação desde a Antiguidade. O objetivo é compreender as sátiras, suas nuances e intenções, bem como as etapas de sua construção e o mecanismo de seu funcionamento, para que se possa analisar com maior precisão obras satíricas dos séculos XVI e XVII. Recolhidos os dados necessários para uma análise apurada, o presente texto busca traçar paralelos que evidenciem padrões atribuídos à relação da sátira gregoriana com o elemento indígena e com o mulato, aqui tratados como tipos retóricos, identificando características específicas como ordenações retórico-poéticas que tenham se tornado lugares-comuns na pintura cômica do indígena e do mulato brasileiro. Traçados os caminhos que se colocam diante do presente trabalho, poderemos compreender de que forma a sátira seiscentista foi construída e com quais textos se relaciona, além disso, abrindo a possibilidade de comparação entre os tratamentos recebidos pelos tipos estudados com diversos textos seminais da literatura brasileira, pois pode ser que a importância desses códices perdidos por tanto tempo seja muito maior para nossa tradição cultural do que hoje se supõe |
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