Aspectos histórico-culturais do arroz e do feijão na sociedade brasileira.
Entre os diferentes aspectos culturais relacionados ao arroz e ao feijão na nossa sociedade, de imediato, o que mais chama a atenção dos especialistas é que ambos são formadores do prato básico do brasileiro e, consequentemente, caracterizadores da cultura alimentar. A partir do final do século 19,...
| Autores: | , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | capítulo de libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) |
| Repositorio: | Repositório de Informação Tecnológica da Embrapa (Infoteca-e) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.infoteca.cnptia.embrapa.br:doc/1134402 |
| Acceso en línea: | http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1134402 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Arroz Feijão Historia Oryza Sativa Phaseolus Vulgaris Segurança Alimentar Rice Beans Food security History |
| Sumario: | Entre os diferentes aspectos culturais relacionados ao arroz e ao feijão na nossa sociedade, de imediato, o que mais chama a atenção dos especialistas é que ambos são formadores do prato básico do brasileiro e, consequentemente, caracterizadores da cultura alimentar. A partir do final do século 19, a dupla se afirmou como símbolo da alimentação nacional.De maneira geral, arroz e feijão são consumidos diariamente na refeição principal, o almoço, e, em muitos casos e de várias maneiras, têm a presença garantida à mesa do jantar. Historicamente, uma das causas da existência do arroz em terras brasileiras é a crescente globalização, sobretudo a partir do século 16, com os descobrimentos e as grandes navegações, período no qual se difundiram espécies vegetais e animais em terras distantes, entre as quais o Brasil, e muitas das preferências europeias de gosto e de sabor. Em 1753, o botânico Carlos Lineu, naturalista sueco cujas contribuições foram, e ainda são, de muita importância para a Biologia, acreditava que o feijão-comum teria origem na Índia, suposição que diversos estudiosos, no final do século 19, começaram a questionar, entre eles o botânico alemão Marx C. L. Wittmack, que, por volta de 1880, sinalizou que o Peru e o sul dos Estados Unidos da América seriam, provavelmente, a origem do grão. |
|---|