Narrativas e imaginários: o Brasil dos Indie Games

Esta pesquisa realiza um percurso pelas narrativas dos indie games brasileiros Dandara (LongHatHouse 2018), Banzo – Marcas da Escravidão (Uruca, 2018) e Árida (Aoca Game Lab, 2019), tendo como objetivo principal entender e identificar na composição de suas narrativas aspectos referentes ao seus imag...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Maia, Ana Flávia Martins
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-CAMPINAS)
Repositorio:Repositório Institucional PUC-Campinas
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.sis.puc-campinas.edu.br:123456789/15194
Acceso en línea:http://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/handle/123456789/15194
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Indie games
Estudos culturais
Imaginário
Cultura studies
Imaginary
Descripción
Sumario:Esta pesquisa realiza um percurso pelas narrativas dos indie games brasileiros Dandara (LongHatHouse 2018), Banzo – Marcas da Escravidão (Uruca, 2018) e Árida (Aoca Game Lab, 2019), tendo como objetivo principal entender e identificar na composição de suas narrativas aspectos referentes ao seus imaginários histórico e culturais. Entendendo que os indie games (ou jogos independentes) no Brasil operam dentro de um cenário global dominado por uma cultura homogeneizada de produção e distribuição em massa de tendências, parte-se dos estudos culturais para melhor compreender a função desse mercado “indie” ou alternativo dentro desse contexto. Para análise dos jogos, trazemos alguns aspectos referentes a teoria do imaginário de Gilbert Durand, além de referências sobre questões da cultura e identidade brasileiras.