O JUDICIÁRIO BRASILEIRO TEM AMADURECIMENTO DEMOCRÁTICO PARA O NÃO POSITIVISMO?

Este artigo analisa, a partir do contexto social dos anos de 2012 a 2018, a maturidade judiciária do Estado Brasileiro para adoção das teorias juspositivistas. Se, por um lado, há determinado consenso contemporâneo dentro da Teoria e Filosofia do Direito acerca da não existência de uma democracia fo...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Costa, Barbara Amelize
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2018
País:Brasil
Recursos:Conselho Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Direito (CONPEDI)
Repositório:Revista de Teorias e Filosofias do Estado
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs.indexlaw.org:article/4720
Acesso em linha:https://www.indexlaw.org/index.php/revistateoriasfilosofias/article/view/4720
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:POSITIVISMO
JUSPOSITIVISMO
DECISIONISMO
JUDICIÁRIO
FILOSOFIA
Descrição
Resumo:Este artigo analisa, a partir do contexto social dos anos de 2012 a 2018, a maturidade judiciária do Estado Brasileiro para adoção das teorias juspositivistas. Se, por um lado, há determinado consenso contemporâneo dentro da Teoria e Filosofia do Direito acerca da não existência de uma democracia fora do Não-Positivismo, por outro, a avalanche de acontecimentos políticos que culminaram em atuações vacilantes das instituições jurídico-judiciárias do país conduzem ao questionamento se só estaríamos preparados para as bases de um positivismo inclusivo.