O consumo de água subterrânea do aquífero Serra Geral na Regional de Saúde de Londrina (PR) e implicações à saúde coletiva : uma discussão da geografia da saúde apoiada na hidrogeoquímica

Resumo: Procurando colaborar junto ao campo da Geografia da Saúde buscou-se nesta pesquisa estabelecer relações entre a saúde da população da área de estudo e elementos químicos presentes nas amostras de água subterrânea coletadas de poços tubulares localizados nesta área Enfim, analisar aspectos hi...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Alievi, Alan Alves
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual de Londrina (UEL)
Repositorio:Repositório Institucional da UEL
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.uel.br:123456789/13302
Acceso en línea:https://repositorio.uel.br/handle/123456789/13302
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Geografia médica
Hidrogeoquímica
Saúde coletiva
Águas subterrâneas
Qualidade
Medical geography
Hydrogeochemistry
Aquifers
Public health
Water, Underground - Quality
Descripción
Sumario:Resumo: Procurando colaborar junto ao campo da Geografia da Saúde buscou-se nesta pesquisa estabelecer relações entre a saúde da população da área de estudo e elementos químicos presentes nas amostras de água subterrânea coletadas de poços tubulares localizados nesta área Enfim, analisar aspectos hidrogeoquímicos das águas subterrâneas do Sistema Aquífero Serra Geral (SASG), especificamente, aquelas encontradas na 17ª Regional de Saúde – Londrina (PR), procurando compreender as possíveis correlações entre o estado da saúde coletiva e anomalias hidrogeoquímicas no contexto da organização espacial, bem como o papel desta nestes agravos, foi o intento desta Dissertação Entre os materiais e métodos utilizados, destacam-se a coleta de informações junto ao DATASUS e a Secretaria de Vigilância em Saúde da 17ª RSL, entre outros dados necessários à análise espacial, bem como a caracterização hidrogeoquímica e das áreas de risco (anomalia positiva), em que foram mensurados os parâmetros físico-químicos e hidrogeoquímicos das amostras de água através do uso do ICP-AES, o qual determinou os teores de Sódio (Na – 11 a 665 µg/L); Cálcio (Ca – 63 a 4821 µg/L); Silício (Si – 143 a 32548 µg/L); Magnésio (Mg – 53 a 18594 µg/L); Potássio (K – 17 a 79 µg/L); Zinco (Zn – a 397 µg/L); Estrôncio (Sr – 2 a 356 µg/L); Bário (Ba – a 229 µg/L); Fósforo (P – a 177 µg/L); Ferro (Fe – 3 a 11 µg/L); Cobre (Cu a 76 µg/L); Manganês (Mn – a 5 µg/L) e Cromo (Cr – a 4 µg/L), nestes intervalos para todas as amostras Verificou-se que as doenças comumente associadas ao contato direto ou mesmo indireto com os elementos elencados em concentrações demasiado altas estão agrupadas no quadro das doenças ligadas ao sistema nervoso, sistema circulatório (coração e anexos), sistema respiratório, aparelho geniturinário, doenças neoplásicas Em geral, identificou-se também uma tendência de aumento dos óbitos para estas doenças, entre outras Os padrões na morbidade encontrados neste estudo implicaram em um questionamento acerca dos fatores que condicionaram a sua distribuição espacial e, por conseguinte algumas ocorrências foram registradas e analisadas Quase todos os municípios apresentaram em seus territórios maiores ou menores correlações entre as variáveis, porém, a população de alguns pode estar mais exposta aos teores anômalos encontrados, bem como aos possíveis efeitos adversos oriundos do consumo de água subterrânea explotada pelos seus órgãos municipais de abastecimento publico, que o fazem em algumas zonas de anomalia positiva ou de alta concentração dos teores