Gestão estratégica do conhecimento: um estudo comparativo em empresas incubadas DOI 10.5752/P.1984-6606.2010v10n22p110

O presente trabalho tem o objetivo de explorar o comportamento das variáveis inerentes à gestão estratégica do conhecimento, em empresas incubadas no Estado de São Paulo. Com intuito de atingir o objetivo proposto, buscou-se identificar as principais fases do processo de gestão do conhecimento (soci...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Cruz, Claudia Andressa, Nagano, Marcelo Seido
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas)
Repositorio:Revista Economia & Gestão
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.pucminas.br:article/1168
Acceso en línea:https://periodicos.pucminas.br/economiaegestao/article/view/P.1984-6606.2010v10n22p110
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Gestão do conhecimento. Estratégia. Incubadoras de empresas. Gestão estratégica. Gestão estratégica do conhecimento.
Descripción
Sumario:O presente trabalho tem o objetivo de explorar o comportamento das variáveis inerentes à gestão estratégica do conhecimento, em empresas incubadas no Estado de São Paulo. Com intuito de atingir o objetivo proposto, buscou-se identificar as principais fases do processo de gestão do conhecimento (socialização, externalização, combinação e internalização) e qualificá-las por meio de atributos; e identificar as dimensões estratégicas (cultura, práticas de recursos humanos e sistemas de informação) que estejam relacionadas à gestão do conhecimento. Evidenciadas essas variáveis teóricas, foi realizada a pesquisa empírica mediante um questionário fechado, possibilitando quantificar os resultados, destinado aos dirigentes dessas empresas. A análise permitiu explorar as principais diferenças entre as duas incubadoras, destacando as seguintes práticas: treinamento, interações coletivas e virtuais, utilização de banco de dados e elaboração de relatórios. Evidenciou-se um conhecimento mais sistematizado em um primeiro grupo de empresas, em contrapartida ao outro grupo, que apresentou uma cultura de incentivo ao acesso dos bancos mais intenso e interações mais individualizadas.