Percepção dos trabalhadores de um banco brasileiro sobre o home office como modelo de trabalho em um cenário de pós-pandemia

Este trabalho explora a percepção dos trabalhadores em relação ao home office, em resposta à pandemia de COVID-19, e suas preferências quanto à manutenção deste modelo no cenário pós-pandêmico. O estudo adota metodologia mista, iniciando com pesquisa quantitativa a partir de questionário eletrônico,...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Chinem, José Guilherme Yukitoshi [UNESP]
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositório:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/310062
Acesso em linha:https://hdl.handle.net/11449/310062
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Home office
Trabalho remoto
Organização do trabalho
Teletrabalho
Produtividade do trabalho
Desenvolvimento organizacional
Remote working
Work organization
Descrição
Resumo:Este trabalho explora a percepção dos trabalhadores em relação ao home office, em resposta à pandemia de COVID-19, e suas preferências quanto à manutenção deste modelo no cenário pós-pandêmico. O estudo adota metodologia mista, iniciando com pesquisa quantitativa a partir de questionário eletrônico, respondido por 138 trabalhadores de um grande banco brasileiro, seguido por pesquisa qualitativa através de entrevistas estruturadas. Os resultados da análise quantitativa revelam que os trabalhadores respondentes preferem o home office em comparação ao trabalho presencial, pois valorizam a otimização do tempo, maior bem-estar, foco e organização. Porém, o trabalho presencial é preferido quando se trata de relacionamentos com colegas de trabalho e atividades em grupo. Além disso, os trabalhadores relatam maior autoavaliação de produtividade e bem-estar no home office. Na análise qualitativa, os entrevistados também corroboraram com a preferência pelo home office como modelo de trabalho, mas em um formato híbrido, com idas pontuais e ou em menos dias da semana para o local de trabalho presencial, principalmente para a manutenção das relações interpessoais e realização de atividades em grupo. Este estudo fornece uma visão abrangente sobre as preferências dos trabalhadores em relação ao trabalho remoto e seu potencial impacto nas futuras políticas de trabalho.