A POLÍTICA ESTADUAL DE APOIO ÀS AGROINDÚSTRIAS FAMILIARES DE PEQUENO PORTE DE PROCESSAMENTO ARTESANAL NA REGIÃO DA QUARTA COLÔNIA DE IMIGRAÇÃO ITALIANA DO RS

Apresente pesquisa teve como objetivo geral analisar, pela ótica dosagricultores familiares, a efetividade da Polí­tica Estadual deAgroindústria Familiar, na Região da Quarta Colônia de ImigraçãoItaliana do RS, a partir da constatação de que apesar da PEAF possuirintenções de incentivar, beneficiar...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Bianchin, Giovana Noskoski, Arend, Silvio Cesar, Karnopp, Erika
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade de Taubaté (UNITAU)
Repositorio:Revista brasileira de gestão e desenvolvimento regional
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.rbgdr.net:article/3001
Acceso en línea:https://www.rbgdr.net/revista/index.php/rbgdr/article/view/3001
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Agricultura familiar
Agroindústrias
Polí­tica Estadual de Agroindústria Familiar
Descripción
Sumario:Apresente pesquisa teve como objetivo geral analisar, pela ótica dosagricultores familiares, a efetividade da Polí­tica Estadual deAgroindústria Familiar, na Região da Quarta Colônia de ImigraçãoItaliana do RS, a partir da constatação de que apesar da PEAF possuirintenções de incentivar, beneficiar e formalizar esse segmento, apenas16% das agroindústrias de estrutura familiar aderiram à Lei na Regiãomencionada. Nesse sentido, buscou-se responder: Qual é a percepçãodos agricultores familiares sobre a efetividade da Polí­tica Estadual deAgroindústria Familiar quanto à formalização de agroindústriasfamiliares de pequeno porte de processamento artesanal, na Região daQuarta Colônia de Imigração Italiana no RS? Conclui-se que osesforços da PEAF para a formalização das agroindústrias familiares depequeno porte de processamento artesanal na Região da QuartaColônia de Imigração Italiana do RS são distantes do conhecimentodessas, são de uma complexa compreensão pelos agricultoresfamiliares e causam receios aos mesmos quanto à transformação dasituação informal para a formal nos aspectos da origem daagroindústria, na percepção de qualidade dos alimentos artesanais, nadesigualdade da fiscalização, na perspectiva de sucessão daagroindústria e nas instituições de apoio, porque os agricultoresfamiliares compreendem que tal polí­tica é desarticulada, nãoplenamente conhecida e entendida pelos técnicos das EMATERsMunicipais que deveriam promover o processo deformalização/legalização do público ao qual a PEAF se destina.