Utilização de técnicas da terapia cognitivo-comportamental em grupo para pacientes com sintomas residuais do transtorno de pânico : seguimento de 2 anos

Objetivo: Avaliar a utilização das técnicas aprendidas durante a terapia cognitivo-comportamental em grupo (TCCG) para pacientes com transtorno de pânico (TP) que apresentam sintomas residuais em até 2 anos após o término do tratamento. Métodos: Um total de 64 pacientes completou o protocolo de 12 s...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Heldt, Elizeth Paz da Silva, Dreher, Carolina Blaya, Kipper, Leticia da Cunha, Salum Junior, Giovanni Abrahão, Manfro, Gisele Gus
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/28907
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/28907
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Transtorno de pânico : Terapia
Panic disorder
Cognitive-behavioral group therapy
Diaphragmatic breathing
Follow-up
Descripción
Sumario:Objetivo: Avaliar a utilização das técnicas aprendidas durante a terapia cognitivo-comportamental em grupo (TCCG) para pacientes com transtorno de pânico (TP) que apresentam sintomas residuais em até 2 anos após o término do tratamento. Métodos: Um total de 64 pacientes completou o protocolo de 12 sessões de TCCG, e 62 (97%) foram encontrados para avaliação 2 anos após o término da terapia. As medidas de desfecho foram avaliadas pelos seguintes instrumentos: Impressão Global Clínica (CGI), Inventário de Pânico e Escala Hamilton para Ansiedade. O uso das técnicas foi avaliado através de entrevista semiestruturada nas avaliações de seguimento, sendo classificadas em: (a) respiração diafragmática; (b) relaxamento muscular; (c) técnica cognitiva; e (d) exposição. Resultados: Considerando os 62 pacientes avaliados no seguimento, 39 (63%) preencheram o critério de remissão (CGI 9 2 e ausência de ataques de pânico) no primeiro ano e 35 (57%) no segundo ano de seguimento. A despeito dos critérios de remissão, um número grande de pacientes (87%) continuava a utilizar as técnicas aprendidas durante a terapia 1 a 2 anos após o término do protocolo. A técnica mais utilizada em ambos os períodos de seguimento foi a respiração diafragmática. Conclusões: Os resultados sugerem que a TCCG é eficaz para pacientes com sintomas residuais de TP. O uso das técnicas aprendidas durante as 12 sessões foi evidenciado em até 2 anos após o término do tratamento, sugerindo benefícios em longo prazo das habilidades desenvolvidas na TCCG.