Predictors of relapse in the second follow-up year post cognitive-behavior therapy for panic disorder

Objetivo: Investigar os preditores de recaída após dois anos de terapia cognitivo-comportamental em grupo breve para pacientes com transtorno do pânico que não responderam ao tratamento farmacológico. Método: Um total de 56 pacientes com transtorno do pânico que preencheram os critérios de remissão...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Heldt, Elizeth Paz da Silva, Kipper, Leticia da Cunha, Dreher, Carolina Blaya, Salum Junior, Giovanni Abrahão, Hirakata, Vania Naomi, Otto, Michael W., Manfro, Gisele Gus
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/29222
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/29222
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Terapia cognitivo-comportamental
Transtorno de pânico
Panic disorder
Cognitive therapy
Relapse
Follow-up studies
Stressful events
Descripción
Sumario:Objetivo: Investigar os preditores de recaída após dois anos de terapia cognitivo-comportamental em grupo breve para pacientes com transtorno do pânico que não responderam ao tratamento farmacológico. Método: Um total de 56 pacientes com transtorno do pânico que preencheram os critérios de remissão em um ano de avaliação após as 12 sessões da terapia cognitivo-comportamental em grupo foram acompanhados. As características demográficas, clínicas e os estressores de vida foram investigados como preditores de recaída. Resultados: No segundo ano de avaliação, 39 (70%) pacientes mantiveram-se em remissão e o uso de medicação reduziu significativamente, de tal forma que 36 (64%) pacientes não estavam em tratamento psiquiátrico. Entre todas as variáveis independentes investigadas, somente o “conflito” como evento estressor de vida, RR = 3,20 (CI95% 1,60; 7,20 – p = 0,001) e a gravidade ou os sintomas residuais de ansiedade, RR = 3,60 para cada ponto a mais da escala (CI95% 1,02; 1,08 – p < 0,001), foram preditores de recaída. Conclusão: A despeito dos ganhos do tratamento através dos dois anos, os terapeutas devem manter-se atentos em relação ao manejo do estresse e no papel dos sintomas residuais de ansiedade durante este período. Os resultados são discutidos no contexto de custo-eficácia do tratamento e nas potenciais estratégias para prolongar os ganhos da terapia cognitivo-comportamental em grupo.