Avaliação das propriedades físicas e químicas da madeira de Corymbia citriodora E Eucalyptus urophylla x Eucalyptus grandis cultivadas no Piauí

O objetivo desse trabalho foi determinar propriedades físicas e químicas das madeiras de Corymbia citriodora e Eucalyptus urograndis cultivadas no sul do Estado do Piauí. Para tanto, foram abatidas três árvores de cada espécie, com 48 meses de idade, localizadas em um plantio comercial da cidade de...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Medeiros, Bruna Layara Messias Araújo, Guimarães Junior, José Benedito, Ribeiro, Marcelo Xisto, Lisboa, Fernando Jesus Noraga, Guimarães, Ingrid Luz, Protásio, Thiago de Paula
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/31611
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br/handle/1/31611
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Madeira - Propriedades físicas
Madeira - Propriedades químicas
Qualidade da madeira
Wood - Physical properties
Wood - Chemical properties
Quality of wood
Descripción
Sumario:O objetivo desse trabalho foi determinar propriedades físicas e químicas das madeiras de Corymbia citriodora e Eucalyptus urograndis cultivadas no sul do Estado do Piauí. Para tanto, foram abatidas três árvores de cada espécie, com 48 meses de idade, localizadas em um plantio comercial da cidade de Curimatá-PI. Determinaram-se a densidade básica e retratibilidade (por meio das contrações radial, tangencial, volumétrica e o fator anisotrópico) em diferentes posições ao longo do fuste. Aparte, a composição química da madeira de cada espécie estudada com base nos teores de extrativos, lignina, holocelulose e cinzas. A madeira de Corymbia citriodora apresentou média densidade básica, enquanto a madeira de Eucalyptus urograndis foi considerada de baixa densidade. Com relação ao fator anisotrópico, ambas as espécies apresentaram valores considerados altos, acima de 2,0%. Pela análise de lignina, ambas as espécies apresentaram potencial para serem usadas para fins energéticos. Com relação aos extrativos totais e holocelulose, observou-se que a madeira de Eucalyptus urograndis tem melhor aptidão para ser utilizada na produção de painéis particulados, bem como de papel e celulose, respectivamente.