Libertada para a liberdade, condenada ao silêncio: a imagem da mulher no cristianismo
Além destes artigos, que pretendem dar uma contribuição à discussão ecumênica na América Latina, publicamos um artigo da conhecida professora alemã Dorothee Sölle, que lecionou, em março deste ano, por três semanas na EST, dando aulas e oferecendo um seminário sobre “teologia feminista da libertação...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Escola Superior de Teologia (EST) |
| Repositorio: | Estudos Teológicos (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.est.edu.br/periodicos:article/990 |
| Acesso em linha: | http://periodicos.est.edu.br/index.php/estudos_teologicos/article/view/990 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Teologia Mulheres no cristianismo; Teologia feminista; Liberdade; Dominação Theology Women in Christianity; Feminist theology; Freedom; Domination |
| Resumo: | Além destes artigos, que pretendem dar uma contribuição à discussão ecumênica na América Latina, publicamos um artigo da conhecida professora alemã Dorothee Sölle, que lecionou, em março deste ano, por três semanas na EST, dando aulas e oferecendo um seminário sobre “teologia feminista da libertação”. O tema da teologia feminista também é o eixo central de seu artigo, onde destaca que existem duas tendências com relação à mulher, tanto no Novo Testamento como no cristianismo primitivo: uma é a patriarcal, dominadora; a outra é a da liberdade, baseada num Deus que reclama justiça também dentro dos relacionamentos entre mulher e homem. A teologia feminista procura distinguir com clareza entre estas duas tendências. Ela critica o patriarcalismo pela contradição que representa à vontade criadora de Deus: é o que lhe compete demonstrar. Simultaneamente ela aponta à tendência libertária, clareando as consequências que traz consigo para a Igreja e sociedade: é o que lhe compete reconstruir. No centro desta controvérsia encontra-se o manifesto da liberdade e igualdade, testemunhado em Gl 3.28. |
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