Exploração, dominação e opressão da mulher trabalhadora nas esferas de produção e reprodução social
No atual cenário marcado pelo neoliberalismo, pela informalidade do trabalho e pela precarização das condições de vida da classe trabalhadora, vemos que a mulher é quem sofre as consequências mais graves desses processos. Sua inserção subsidiária no mercado de trabalho e a responsabilização majoritá...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFJF |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/14588 |
| Acceso en línea: | https://doi.org/10.34019/ufjf/di/2022/00219 https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/14588 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::SERVICO SOCIAL Exploração Trabalho feminino Relações sociais de sexo Reprodução social Divisão sexual do trabalho Exploitation Women’s labor Social sex relations Social reproduction Sexual divisionof labor |
| Sumario: | No atual cenário marcado pelo neoliberalismo, pela informalidade do trabalho e pela precarização das condições de vida da classe trabalhadora, vemos que a mulher é quem sofre as consequências mais graves desses processos. Sua inserção subsidiária no mercado de trabalho e a responsabilização majoritária pela esfera da reprodução social carregam impactos significativos da conjuntura atual. Para compreender a posição da mulher em nossa sociedade, buscamos analisar sua funcionalidade para a manutenção do modo de produção capitalista. Partimos do entendimento da questão social fundante nesse sistema e do resgate do debate em torno de como se configuram as classes sociais atualmente para discutir a consubstancialidade das categorias de classe, raça e sexo, imbricadas na realidade objetiva. Reafirmando essa opção teórica, discorre-se sobre as correntes teóricas hegemônicas que procuram desarticular essa compreensão, de maneira a descentralizar a classe. Discorre-se sobre a relação entre capitalismo, racismo e patriarcado, retomando os fenômenos que são base material da situação concreta das mulheres: reprodução social e divisão sexual do trabalho. Na esteira dessa discussão, elabora-se sobre a formação social brasileira e as transformações ocorridas no padrão de produção, especialmente a partir dos anos 1970, com o advento do neoliberalismo, para ilustrar o trabalho feminino na realidade nacional. Reúne-se trabalhos que demonstram como a inserção da mulher na esfera produtiva ocorre, e em quais circunstâncias e condições. |
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