Kant e o finalismo no opúsculo À paz perpétua
A presente Dissertação procura reconstruir e analisar a estrutura argumentativa do opúsculo À Paz Perpétua (1795), de Kant, perscrutando o finalismo que nele possa estar imanente. Para tanto, serão utilizados os textos teóricos do autor, bem como outros estudos que contribuíram para a compreensão de...
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| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/215124 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/11449/215124 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Kant Paz perpétua Finalismo Perpetual peace Finalism |
| Resumo: | A presente Dissertação procura reconstruir e analisar a estrutura argumentativa do opúsculo À Paz Perpétua (1795), de Kant, perscrutando o finalismo que nele possa estar imanente. Para tanto, serão utilizados os textos teóricos do autor, bem como outros estudos que contribuíram para a compreensão dessa temática, tais como os de Volker Gerhardt, Georg Cavallar, Otfried Höffe e Ricardo Ribeiro Terra. O estudo a ser realizado permitirá avaliar se as postulações de Kant sobre o organismo, o mecanismo e o finalismo também concernem ao corpo social, concebendo-o como corpo físico ou organismo, e, a partir dessa possibilidade, se a noção de paz pode ou não ser pensada desde uma perspectiva do reino dos fins na Terra, sendo então concebida por um princípio teleológico que supõe a normatividade das forças sociais em torno do mesmo. Nesse sentido, não teríamos imanente um finalismo permeando a funcionalidade do organismo Terra, no qual, especificamente em seu âmbito social, inscrevem-se povos e Estados? Ao avaliar essa possibilidade, tem-se em mente uma contribuição que destaque a intersecção entre a filosofia teórica e a filosofia política kantianas, a qual exponha o caráter teleológico que permeia a interpretação de Kant a respeito das relações entre os Estados e os povos, nas quais se tem a paz como fim último, porque moral, da humanidade. |
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