THE RELATIONS BETWEEN RACISM AND SEXISM AND THE RIGHT TO MENTAL HEALTH OF THE BRAZILIAN BLACK WOMAN

A configuração e desenvolvimento desta pesquisa objetivaram conhecer como práticas discriminatórias tais como o racismo e o sexismo, podem ser influentes na construção de um cenário suscetível à vulnerabilidade do direito à saúde mental das mulheres negras. Para tanto, a pesquisa compôs um panorama...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Silva, Imaíra Pinheiro de Almeida da, Chai, Cássius Guimarães
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Repositorio:Revista de Políticas Públicas (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.periodicoseletronicos.ufma.br:article/9830
Acesso em linha:https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/rppublica/article/view/9830
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Mental health right
black woman
racism
sexism
public policies
Direito à saúde mental
mulher negra
racismo
sexismo
políticas públicas
Descrição
Resumo:A configuração e desenvolvimento desta pesquisa objetivaram conhecer como práticas discriminatórias tais como o racismo e o sexismo, podem ser influentes na construção de um cenário suscetível à vulnerabilidade do direito à saúde mental das mulheres negras. Para tanto, a pesquisa compôs um panorama histórico, utilizando o método misto (que faz uma proposta de análise pautada em exposições qualitativas e quantitativas), realizando um trabalho exploratório, por meio de pesquisa bibliográfica, documental e levantamento, na tentativa de traçar um perfil das mulheres negras mais suscetíveis a desenvolvimento de transtornos mentais comuns (TMC’s); conhecer como os profissionais da saúde lidam com as demandas causadas pelo preconceito de cor, raça e gênero no setor público e privado, além de aliar os conhecimentos por meio da interdisciplinaridade. Este estudo apresenta como resultado geral que, sim, a mulher negra, por se encontrar com índices de desenvolvimento humano em descompasso com os dos outros indivíduos, encontra-se mais suscetível a desenvolver TMC’s; e que o SUS não possui políticas públicas de atendimento que abranjam de forma plena a mulher negra.