Èmí, Ofò, Asé: A Elinga e a Dança das “Mulheres do Àse”

O presente estudo tem como objetivo discutir a utilização de práticas performativas afrodiaspóricas como uma possiblidade estética, no que diz respeito à potencialização da presença cênica. As reflexões apresentadas emergem do cruzamento entre o desenvolvimento da pesquisa de pós-doutorado intitulad...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Santos, Lau
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Revista Brasileira de Estudos da Presença
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/92149
Acceso en línea:https://seer.ufrgs.br/index.php/presenca/article/view/92149
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mulheres Negras
Decolonialidade
Diáspora Africana
Presença Cênica
Elinga.
Descripción
Sumario:O presente estudo tem como objetivo discutir a utilização de práticas performativas afrodiaspóricas como uma possiblidade estética, no que diz respeito à potencialização da presença cênica. As reflexões apresentadas emergem do cruzamento entre o desenvolvimento da pesquisa de pós-doutorado intitulada Elinga e o espetáculo performativo Mulheres de Àse, como objeto estético a ser comentado. Apresentamos os fundamentos da cosmogonia iorubá èmí (sopro da alma), ofó (encantamento) e asé (energia vital) em diálogo com os conceitos corpo-arquivo (TAVARES, 2012), decolonialidade (QUIJANO, 2005; MIGNOLO, 2010), ritualização do instante (SANTOS, 2016) e presença cênica (SANTOS, 2012).