Convertirse en mujer: epistemologías y otras pedagogías

O texto aborda a produção da metanarrativa sujeito mulher pelo pensamento moderno ocidental e colonialista, sob perspectiva teórico-epistemológica pluralista, recorrendo à teorização combinada dos conceitos desconstrução de Derrida, colonialidade/decolonialidade em Maldonado Torres e Quijano, estudo...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Krakhecke, Eliada Mayara Alves, Jardim, Helén de Oliveira Soares, Voss, Dulce Mari da Silva
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2023
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Repositório:Revista Educação e Emancipação
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs2.periodicoseletronicos.ufma.br:article/21437
Acesso em linha:https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/reducacaoemancipacao/article/view/21437
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:coloniality
decoloniality
feminisms
colonialidad
decolonialidad
feminismos
colonialidade
decolonialidade
Descrição
Resumo:O texto aborda a produção da metanarrativa sujeito mulher pelo pensamento moderno ocidental e colonialista, sob perspectiva teórico-epistemológica pluralista, recorrendo à teorização combinada dos conceitos desconstrução de Derrida, colonialidade/decolonialidade em Maldonado Torres e Quijano, estudos de gênero, realizados por Rago, Meyer, Hollanda, Chimamada, entre outras, e a Teoria Queer elaborada por Butler. Objetiva-se evidenciar a problematização da produção discursiva de um sujeito mulher ocidentalizado pela colonização e o colonialismo, calcados na captura dos corpos e na normalização de hierarquias de gênero. Os estudos de gênero e a Teoria Queer analisam as relações de poder assimétricas e os processos de subjetivação decorrentes da transversalização das diferenças de classe social, sexualidade, raça e etnia, trazendo à tona os movimentos feministas como acontecimentos históricos, sociais e políticos que advogam pela pluralidade das materialidades das existências de mulheres e as resistências forjadas no combate às expressões do machismo, sexismo e racismo. Assim, estas teorizações possibilitam desconstruir a naturalização dos modos de subjetivação gerados pelo pensamento moderno ocidental e colonialista. Evidenciam fissuras teórico-epistemológicas e políticas decoloniais produzidas por mulheres que se tornam mulheres ao forjar, coletivamente, a criação de epistemologias e pedagogias outras em múltiplos contextos sociais, políticos, culturais e científicos.