Dinâmica de absorção e translocação de carfentrazona-etílica em diferentes espécies e a influência do uso de adjuvantes

A carfentrazona-etílica é um importante herbicida para o controle de Commelina benghalensis, Ipomoea spp. e outras plantas daninhas, é usado como desfolhante no algodão e tem se destacado como dessecante pré-colheita da cultura da soja em alternativa ao paraquat. Diante disso, os objetivos da pesqui...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Dotta, Mateus Augusto
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2025
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-04112025-105321
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11136/tde-04112025-105321/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Adjuvant
Adjuvante
Algodão
Cotton
Herbicida radiomarcado
PROTOX
Radiolabeled herbicide
Soja
Soybean
Descripción
Sumario:A carfentrazona-etílica é um importante herbicida para o controle de Commelina benghalensis, Ipomoea spp. e outras plantas daninhas, é usado como desfolhante no algodão e tem se destacado como dessecante pré-colheita da cultura da soja em alternativa ao paraquat. Diante disso, os objetivos da pesquisa foram estudar a dinâmica de absorção e translocação ao longo do tempo da carfentrazona-etílica em algodão, soja, I. grandifolia, C. benghalensis e Urochloa decumbens ; e entender como a adição de diferentes adjuvantes alteram essa dinâmica nas culturas do algodão e da soja por meio da 14C-carfentrazona. Os experimentos foram realizados no Laboratório de Ecotoxicologia do CENA/USP, em Piracicaba, SP, no delineamento inteiramente casualizado com 3 repetições. O primeiro experimento contou com cinco espécies (algodão, soja, I. grandifolia, C. benghalensis e U. decumbens) e cinco tempos de avaliação (1, 3, 6, 12 e 24 horas após o tratamento). Em cada tempo de avaliação, as folhas tratadas com 14C-carfentrazona foram lavadas para retirar o herbicida não absorvido e por autorradiografia e combustão dos tecidos vegetais, determinado a translocação da 14Ccarfentrazona. O segundo experimento, para soja e algodão, foi composto por quatro misturas de carfentrazona-etílica e adjuvantes, e cinco tempos de avaliação (1, 3, 6, 12 e 24 HAT), as avaliações ocorreram de maneira semelhante ao estudo anterior. Conclui-se que a absorção e translocação da carfentrazona-etílica variou entre as diferentes espécies. As maiores absorções ocorreram na soja, U. decumbens e I. grandifolia, om valores próximos de 90%. A translocação foi baixa na maioria das espécies, com destaque para C. benghalensis 6,77%) e a soja (14,9%). Os diferentes adjuvantes alteraram a dinâmica de absorção e translocação; no algodão o adjuvante penetrante e o óleo vegetal metilado contribuíram para uma maior absorção, enquanto na soja, foram o óleo mineral e o óleo vegetal metilado que mais auxiliaram nessa dinâmica. A translocação no algodão não ultrapassou 2,55%, com destaque para o óleo mineral e o espalhante não-iônico, enquanto na soja, chegou a 16,41% com o óleo vegetal metilado.