Oswald, Rosa e os xamãs : imaginando uma comunicação pelo equívoco.
O desrespeito aos povos indígenas brasileiros mostra um olhar etnocêntrico, que reforça a história de um país inserido compulsoriamente na modernidade ocidental, no qual resistem modos de existir que possibilitam a imaginação de outros mundos possíveis. O que já aparecia tanto na proposta do Manifes...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFOP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufop.br:123456789/18272 |
| Acceso en línea: | https://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/18272 https://doi.org/10.18764/2176-5111v18n31.2023.6 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Perspectivismo amerindio Antropologia Comunicação pelo equívoco Diferença |
| Sumario: | O desrespeito aos povos indígenas brasileiros mostra um olhar etnocêntrico, que reforça a história de um país inserido compulsoriamente na modernidade ocidental, no qual resistem modos de existir que possibilitam a imaginação de outros mundos possíveis. O que já aparecia tanto na proposta do Manifesto Antropófago, do poeta Oswald de Andrade, quanto na obra do escritor João Guimarães Rosa e seu encontro com o mundo sertanejo. O antropólogo brasileiro Eduardo Viveiros de Castro volta a estas referências quando constrói o Perspectivismo Ameríndio, tornando-se ponto de confluência da Virada Ontológica, e que pode ser tomada como um estudo da comunicação pela diferença, que chamamos neste artigo de comunicação pelo equívoco. |
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