O telefone celular na rede-jornalismo : o conceito de equívoco e a invenção de uma teoria diferenciante.
A partir da Teoria Ator Rede e do método da Cartografia de Controvérsias (LATOUR, 2005; LEMOS, 2013), fazemos um mapeamento das mudanças agenciadas pelo telefone celular na rede-jornalismo, a partir de vivências etnográficas, durante as manifestações contra a realização da Copa do Mundo, no Rio de J...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFOP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufop.br:123456789/13384 |
| Acesso em linha: | http://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/13384 https://doi.org/10.15448/1980-3729.2020.1.34549 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Teoria do jornalismo Antropologia Equívoco Theory of journalism Antropology |
| Resumo: | A partir da Teoria Ator Rede e do método da Cartografia de Controvérsias (LATOUR, 2005; LEMOS, 2013), fazemos um mapeamento das mudanças agenciadas pelo telefone celular na rede-jornalismo, a partir de vivências etnográficas, durante as manifestações contra a realização da Copa do Mundo, no Rio de Janeiro, em 2014, e durante os protestos do movimento Black Lives Matter, em Nova Iorque, em 2015. A partir do material empírico, os conceitos de animismo e de tradução agenciam reflexões sobre o procedimento jornalístico, a partir da definição da notícia como uma tentativa de controlar o mundo ou, um tipo de controle coletivizante (WAGNER, 2010), que inventa o mundo a partir da redução da diferença. O contrário disso seria a invenção diferenciante, na qual a comunicação acontece pela diferença, em uma tradução-traição. Aventamos, então, a possibilidade de pensar um jornalismo em equívoco (VIVEIROS DE CASTRO, 2002, 2015), criando espaço para a proposta de uma teoria diferenciante do jornalismo. |
|---|