A modernidade e as massas: uma perspectiva do projeto político nazista através do Mein Kampf de Adolf Hitler
A presente pesquisa busca através do discurso e do projeto político nazista compreender as origens do pensamento conservador contemporâneo e as formas modernas de discriminação e violência, sobretudo as que são decorrentes da ideia de ordem e controle social, assim também como a relação entre o pens...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/88711 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/88711 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Hitler, Adolf, 1889-1945 - Mein Kampf Nazismo Anti-semitismo |
| Sumario: | A presente pesquisa busca através do discurso e do projeto político nazista compreender as origens do pensamento conservador contemporâneo e as formas modernas de discriminação e violência, sobretudo as que são decorrentes da ideia de ordem e controle social, assim também como a relação entre o pensamento conservador e a sociedade de massas na crise da modernidade. Definimos nosso objeto em torno da análise do período que abarca do final da Primeira Guerra Mundial, até a expansão e chegada ao poder do Partido Nazista, na década de 1930. Tendo como objeto central a obra Mein Kampf de Adolf Hitler, analisaremos como diferentes ideologias concorreram para a criação de uma doutrina, e o papel do antissemitismo nesse processo. Remontamos as origens de diferentes discursos na sociedade alemã, e como esses discursos convergiram em um projeto político. Objetivamos compreender tanto o poder que a articulação de ideias pode ter dentro de um determinado contexto social, quanto as relações entre ideologia e sociedade. Analisamos as formas que o pensamento conservador assume para o reestabelecimento da ordem e do controle social e em última análise compreender como é possível “naturalizar” as diferenças e as práticas discriminatórias, num processo em que o outro é sub-humanizado, subalternizado, e que se legitimam a segregação, a violência e o extermínio |
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