A clinical-ecological study of a triple viral epidemic: Zika, Dengue and Chikungunya
No Brasil, desde 2015, a co-circulação de três arbovírus, Dengue (DENV), Chikungunya (CHIKV) e Zika (ZIKV), tem apresentado desafios diagnósticos, devido a suas manifestações clínicas semelhantes. Nosso objetivo era analisar casos de doença arboviral usando características clínicas chave e verificar...
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositório: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | inglês |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/50445 |
| Acesso em linha: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/50445 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Arbovírus Dengue Zika Chikungunya Manifestações clínicas Brasil Arboviruses Clinical manifestations Brazil |
| Resumo: | No Brasil, desde 2015, a co-circulação de três arbovírus, Dengue (DENV), Chikungunya (CHIKV) e Zika (ZIKV), tem apresentado desafios diagnósticos, devido a suas manifestações clínicas semelhantes. Nosso objetivo era analisar casos de doença arboviral usando características clínicas chave e verificar índices de infestação domiciliar (HII) na área de estudo. Um total de 28.064 prontuários médicos foram analisados por critérios clínico-epidemiológicos para DENV, ZIKV e CHIKV em 2015 e 2016 na unidade de saúde pública em Xerem, Duque de Caxias, Rio de Janeiro. A coleta de vetores em locais de reprodução domiciliar em Xerem foi realizada para determinar o HII, em março e junho de 2015. O número total de casos de suspeita de doença arboviral em 2015 foi de 969, dos quais 444 (45,8%) eram devidos ao DENV, 146 (15,1%) ao ZIKV, e 11 (1,1%) ao CHIKV. Em 2016, o número de casos suspeitos de doença arboviral foi 2019, dos quais 324 (16,0%) foram classificados como DENV, 779 (38,6%) como ZIKV, e 53 (2,60%) como CHIKV. As manifestações clínicas prevalecentes em ZIKV eram erupção cutânea (67,8% a 79,5%) e prurido (63,7% a 71,4%). O HII para as fases imaturas do Aedes na área de estudo, em março e junho de 2015, foi de 11,8% para Ae. aegypti e 8,1% para Ae. albopictus, ambos muito elevados. Observou-se uma forte correlação positiva para a precipitação e HII para ambos os vetores (Ae. aegypti e Ae. albopictus), mas não para os níveis de temperatura. Concluímos que uma tripla epidemia ocorreu na área estudada provavelmente devido às altas taxas de infestação e uma população ingênua para os dois arbovírus recém-introduzidos; enquanto não há testes laboratoriais específicos disponíveis, um trabalho prático de diagnóstico clínico é crucial. |
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