TERRORISMO À BRASILEIRA: A RETÓRICA DA VEZ DA CLASSE DOMINANTE CONTRA O MST

A tentativa da elite ruralista do país de associar as ações do MST com os atos de grupos terroristas contemporâneos, em sintonia com os meios de comunicação hegemônicos, é o objeto de reflexão do artigo. Essa manobra é evidenciada pela análise de dois documentos – uma reportagem da revista de maior...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Villas Bôas, Rafael Litvin
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Revista NERA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revista.fct.unesp.br:article/1395
Acceso en línea:https://revista.fct.unesp.br/index.php/nera/article/view/1395
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:meios de comunicação hegemônicos
criminalização
terrorismo
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
agronegócio.
Descripción
Sumario:A tentativa da elite ruralista do país de associar as ações do MST com os atos de grupos terroristas contemporâneos, em sintonia com os meios de comunicação hegemônicos, é o objeto de reflexão do artigo. Essa manobra é evidenciada pela análise de dois documentos – uma reportagem da revista de maior circulação do país e um encaminhamento de projeto de lei no Congresso Nacional – e das conexões existentes entre eles. Mediante desconstrução dessa associação, pretende-se também expor o contraponto do argumento acusatório do caráter violento do MST, por meio da reunião de dados de pesquisas que indicam como áreas violentas aquelas inerentes aos pólos de expansão do agronegócio.