Projeto estratégico de ocupação do fundo de vale do córrego da Aldeia no perímetro urbano de Fernandópolis/SP

A política urbana induz o processo de ocupação dos fundos de vale sem respeitar a dinâmica natural desses locais, aplicando a legislação ambiental e os instrumentos urbanísticos de forma idêntica à zona rural. Além disso, é comum observar a desvalorização dessas áreas para o mercado imobiliário e o...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Alves Correa, Ricardo Henrique, Herbst Vazquez, Gisele, Vanzela, Luiz Sérgio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR)
Repositorio:Urbe. Revista Brasileira de Gestão Urbana
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.pucpr.br:article/22397
Acceso en línea:https://periodicos.pucpr.br/Urbe/article/view/22397
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Parques lineares
Planejamento urbano
Área de preservação permanente
Drenagem urbana
Urbanização.
Descripción
Sumario:A política urbana induz o processo de ocupação dos fundos de vale sem respeitar a dinâmica natural desses locais, aplicando a legislação ambiental e os instrumentos urbanísticos de forma idêntica à zona rural. Além disso, é comum observar a desvalorização dessas áreas para o mercado imobiliário e o abandono pelo poder público, sendo ainda, nos últimos anos, palco do debate entre ambientalistas e urbanistas sobre o entendimento da aplicação do atual Código Florestal. Assim, este trabalho realizado nas nascentes do córrego da Aldeia, em Fernandópolis/SP, comprovou a ineficiência de todos os projetos desenvolvidos até hoje. A pavimentação asfáltica, a canalização das águas pluviais e o tamponamento de alguns trechos de cursos de água agravaram o processo erosivo. Os projetos de educação ambiental e de reflorestamento ficaram restritos a pequenas áreas, e os problemas de alagamento nunca foram enfrentados. A implantação do parque linear do córrego da Aldeia demonstra ser uma alternativa viável para o município, resgatando e mobilizando a população, transformando a convivência com os cursos d’água no meio urbano e atingindo os objetivos desejados nos níveis social, cultural e ecológico, sem comprometer o importante papel das áreas de fundo de vale na manutenção da biodiversidade e do equilíbrio ambiental.