Trabalho nômade : aspectos gerais e efeito silo a partir dos riscos psicossociais do isolamento do teletrabalhador
A dissertação tem como objeto de estudo o teletrabalho nômade decorrente da implementação da Indústria 4.0 e da sua organização de trabalho através da existência de riscos psicossociais aos trabalhadores. O tema é desenvolvido mediante um complexo técnico de metodologia de abordagem dialógica, inves...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2022 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repository: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/249421 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/10183/249421 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Teletrabalho Indústria 4.0 Trabalho decente Nomadic telework Industry 4.0 Modernity Decent work Social value of work Fraternity |
| Summary: | A dissertação tem como objeto de estudo o teletrabalho nômade decorrente da implementação da Indústria 4.0 e da sua organização de trabalho através da existência de riscos psicossociais aos trabalhadores. O tema é desenvolvido mediante um complexo técnico de metodologia de abordagem dialógica, investigando a realidade do ecossistema laboral moderno com a classificação e distinção de conceitos correspondentes à matéria. O tema perpassa a importância dos avanços tecnológicos e a alteração das atividades industriais até então conhecidas, permitindo que com o avanço da tecnologia seja permitido, por intermédio de meios telemáticos, como computadores, smartphones, tablets, e de acesso em rede, o labor seja realizado em qualquer tempo e lugar. O teletrabalho nômade, ainda que atrativo aos teletrabalhadores, redobra a possibilidade de riscos psicossociais, com supressão da sociabilidade e de fatores de isolamento que provocam o efeito silo e afastam a consecução de um trabalho decente, em detrimento do cumprimento de jornadas não controladas e de mecanismos de dependência digital promovidos através da falsa sensação de pertencimento. Por outro lado, a cultura econômica e puramente capitalista neste sentido, não impede a realização do teletrabalho nômade, sendo a base principiológica que motiva o trabalho decente aplicável aos teletrabalhadores, por intermédio da valorização social e do reforço dos mecanismos que promovem a identidade social dos teletrabalhadores, por intermédio do princípio da fraternidade, do senso de cooperação e comunidade. |
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