Autorregulação emocional na perspectiva social cognitiva: uma revisão integrativa

O homem, segundo a Teoria Social Cognitiva, é capaz de autorregular seu comportamento, motivações, emoções, dentre outros aspectos. Esta pesquisa tem por objetivo construir um panorama das pesquisas nacionais e internacionais sobre autorregulação emocional na perspectiva social cognitiva, por meio d...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: TORQUATO, Jamille Gabriela da Silva, GARCIA, Luciana Amaral, RAMOS, Maely Ferreira Holanda, https://orcid.org/0000-0002-8666-6043, https://orcid.org/0000-0001-9095-7276, https://orcid.org/0000-0001-6150-6345
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Pará (UFPA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpa.br:2011/16077
Acceso en línea:https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/16077
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Autorregulação emocional
Emoções
Alunos
Teoria social cognitiva
Emotional self-regulation
Emotions
Students
Cognitive social theory
Descripción
Sumario:O homem, segundo a Teoria Social Cognitiva, é capaz de autorregular seu comportamento, motivações, emoções, dentre outros aspectos. Esta pesquisa tem por objetivo construir um panorama das pesquisas nacionais e internacionais sobre autorregulação emocional na perspectiva social cognitiva, por meio de uma revisão integrativa da literatura, considerando o período de 2008 a 2019; identificando o que os autores têm abordado sobre esta temática e apontando possíveis lacunas. Com uma abordagem quantitativa, o referido estudo apropriou-se de uma análise de frequência mediante a utilização do software NodeXL, que gerou um Grafo com dados de medidas de centralidades adotadas a fim de destacar os construtos mais relevantes. Os resultados apontaram para cinco artigos analisados que apresentaram a relevância de quatro construtos: Emotional intelligence; Emotional competence; Emotion regulation; Coping. Os dados demonstram que a literatura tem afirmado que o sujeito que é capaz de autorregular-se emocionalmente apresenta uma inteligência emocional satisfatória, além de torna-se competente para enfrentar situações que podem gerar um estado emocional negativo. Além disso, faz-se necessário investir em programas que estimulem a competência emocional nos indivíduos a fim de garantir a eficácia no gerenciamento das emoções.