Association of urban inequality and icome segregation with covid-19 mortality in Brazil
Fatores socioeconômicos exacerbaram o impacto da COVID-19 em todo o mundo. O Brasil, já marcado por significativas desigualdades econômicas, é um dos países mais afetados, com uma das maiores taxas de mortalidade. Compreender como a desigualdade e a segregação de renda contribuem para o excesso de m...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/42840 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42840 https://doi.org/10.1371/journal.pone.0277441 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA::ECONOMIA REGIONAL E URBANA Covid-19 Brasil Desigualdade urbana Brazil Urban inequality |
| Sumario: | Fatores socioeconômicos exacerbaram o impacto da COVID-19 em todo o mundo. O Brasil, já marcado por significativas desigualdades econômicas, é um dos países mais afetados, com uma das maiores taxas de mortalidade. Compreender como a desigualdade e a segregação de renda contribuem para o excesso de mortalidade por COVID-19 nas cidades brasileiras é essencial para a formulação de políticas de saúde pública que mitiguem o impacto da doença. Este artigo visa preencher essa lacuna analisando o efeito da desigualdade de renda e da segregação de renda na mortalidade por COVID-19 em grandes centros urbanos no Brasil. Compilamos as taxas semanais de mortalidade por COVID-19 de março de 2020 a fevereiro de 2021 em um delineamento ecológico longitudinal, agregando dados em nível de cidade para 152 cidades brasileiras. As taxas de mortalidade por COVID-19 foram comparadas entre semanas, cidades e estados usando modelos lineares mistos. Estimamos as associações entre as taxas de mortalidade por COVID-19 com desigualdade de renda e segregação de renda usando modelos binomiais negativos mistos, incluindo interceptos aleatórios em nível de cidade e semana. Medimos a desigualdade de renda usando o índice de Gini e a segregação de renda usando o índice de dissimilaridade, utilizando dados do censo demográfico brasileiro de 2010. Constatamos que 88,2% da variabilidade das taxas de mortalidade por COVID-19 ocorreu entre semanas, 8,5% entre cidades e 3,3% entre estados.Maiores valores de desigualdade de renda e segregação de renda foram associados a maiores taxas de mortalidade por COVID-19 antes e depois da contabilização de todos os fatores de ajuste. Em nosso principal modelo ajustado, as razões de taxas (RR) por aumento de 1 desvio padrão na desigualdade de renda e segregação de renda foram associadas a uma mortalidade 17% (IC 95% 9% a 26%) e 11% (IC 95% 4% a 19%) maior. A desigualdade de renda e a segregação de renda são características de longa data das grandes cidades brasileiras. Fatores de risco relacionados ao contexto socioeconômico afetaram o curso da pandemia no país e contribuíram para altas taxas de mortalidade. Vulnerabilidades sociais preexistentes foram fatores críticos no agravamento da COVID-19, conforme corroborado pelas associações observadas neste estudo |
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